Como a execução de Marielle está semeando novas Marielles pelo país.

  Por Lorena Lacerda e Maíra Kubík Mano (*) As ruas ontem (20/03) foram novamente ocupadas por multidões sentidas. Sentidas de luto, de dor e de tristeza de terem que se reunir para lembrar o sétimo dia dos assassinatos de Marielle Franco e Anderson Gomes.Como nos despedirmos dessa mulher negra, feminista, bissexual, vinda da comunidade da Maré, de esquerda socialista, que lutava cotidianamente em defesa da população favelada e acreditava em um mundo livre de desigualdades? Uma mulher que ousou ocupar um espaço na política institucional, tão pouco afeito à…

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